Durante o período que esteve afastado das agendas públicas para tratar de um câncer, o Rei Charles III se ocupou em demandas burocráticas. Depois da morte da rainha Elizabeth II (1926-2022) e a princesa de Gales, Kate Middleton, afastada das funções reais para tratamento também de um câncer, o monarca precisou tomar uma medida drástica a respeito das instituições e eventos de caridade apoiados e patrocinados pela família.
De acordo com o site The Telegraph, o rei reorganizou mais de mil patrocínios e organizações do trabalho de caridade em nome da família real. Como resultado, uma a cada cinco destas instituições receberão uma carta para informar sobre o fim dos laços reais.
Informantes do Palácio de Buckingham chegaram a insistir para que Charles pudesse manter o maior número possível de afiliações.
Como foi distribuída?
Vale destacar que o rei assumiu a maior parte dos compromissos pendentes e ficou com 669 deles. Na época que Charles ainda era Príncipe de Gales, ele detinha 441. Desses, ele manteve 367 e as 74 restantes foram descartadas.
Kate Middleton foi afastada das funções?
A fonte do palácio não informou quantos patrocínios William e Kate Middleton, assumiriam para aliviar o fardo. Apesar disso, eles deixaram claro que preferiam se concentrar em um número menor de organizações devido ao tratamento da princesa contra o câncer.
Ela foi submetida a uma cirurgia abdominal em janeiro, confirmada pelo Palácio de Buckingham, e dois meses depois anunciou que estava em sessões de quimioterapia.
Leia também:
- Bazar das Mulheres Empreendedoras do Prosamin+ terá edição especial no Largo de São Sebastião
- Concentração de gases do efeito estufa atingem níveis recordes
- Ipaam aplica R$ 13,3 milhões em multas por poluição do ar em quatro municípios do Amazonas
- Fies 2: inscrições gratuitas para vagas remanescentes estão abertas
- Campanha do TCE-AM leva música e doações ao Abrigo Monte Salém



