Diante dos casos ocorridos no último mês, governos estaduais divulgaram, na última semana, protocolos de ações para combater ameaças nas escolas.
Em geral, a partir das características e estruturas de cada unidade federativa, o governo propôs que as secretarias atuem de forma integrada também com os órgãos de inteligência.
As alternativas incluem, por exemplo, ampliação do policiamento escolar, telefones para denúncia e até medidas como o “botão do pânico”.
Por outro lado, professores chamam a atenção para o fato de que é necessário aperfeiçoar medidas protetivas, e que as secretarias atuem em rede.
Diretora do Sindicato dos Professores de Escolas Públicas do Distrito Federal, Luciana Custódio afirma que é preciso evitar militarização de escolas, que tem se mostrado ineficiente.
“Temos múltiplas realidades: escolas com estrutura e outras sem condições, em comunidades desassistidas. É preciso que a escola seja, de fato, um ambiente de paz.”
Confira proposta do DF e do Amazonas
Distrito Federal
No Distrito Federal (DF), o governo anunciou um conjunto de medidas para prevenção da violência.
As ações visam ao reforço da segurança para as 1.624 escolas e creches das redes pública e privada, além de faculdades e universidades.
Além do aumento no efetivo policial, com a participação de vigilantes e a ampliação do monitoramento de perfis em redes sociais.
Os perfis são os de histórico de apologia à violência e também investigação de postagens da deep web.
Amazonas
O governo do Amazonas informou que trabalha na elaboração de projetos para aderir ao edital de chamamento público do Ministério da Justiça e Segurança Pública para o Programa Nacional de Segurança nas Escolas.
De acordo com o governo estadual, as ações de segurança já estão sendo fortalecidas, com iniciativas nas escolas do Departamento de Prevenção à Violência em parceria com a Secretaria de Educação.
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